Sempre quando pensamos em visitar a Espanha, imediatamente temos Madri e Barcelona como destinos imaginados. Essas duas cidades são realmente fascinantes, mas há muito mais o que explorar por lá. Repleta de história, monumentos e construções marcantes e dona de uma cultura única que pulsa a qualquer dia e hora, Sevilha é amada por seus habitantes e deixa muitas saudades em quem a visita.
Estive na capital da região da Andaluzia, no sul da Espanha para participar da Emotions Travel Community Sevilla, um evento de turismo que reuniu mais de 500 profissionais do setor. E vou dividir com vocês um pouco de minhas experiências por lá.
A feira aconteceu na Hacienda La Soledad, um conjunto agrícola e residencial de origem remota, é um dos conjuntos de edifícios mais importantes e extensos de Alcalá de Guadaíra. (fotos abaixo)
O Real Alcázar de Sevilha (fotos abaixo) é uma das atrações mais importantes e impactantes de toda a Espanha. São mais de mil anos de história contados num palácio com uma mistura arquitetônica fascinante e jardins que enchem os olhos. A palavra “alcázar” vem do árabe “al qasr“, que significa “o castelo” ou “o palácio”. O complexo palaciano situado em Sevilha é composto por vários edifícios de diferentes épocas. A fortificação original foi construída sobre um antigo assentamento romano, e mais tarde visigodo. Posteriormente passou a ser uma basílica paleocristã (São Vicente Mártir), onde foi enterrado São Isidoro. Atualmente é utilizado como lugar de alojamento dos membros da Família Real ou de personalidades que visitam a cidade.
O conjunto foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987. Fica próximo da Catedral de Sevilha. Da Porta do Leão abrem-se as muralhas para a Praça do Triunfo.
Assentada na várzea do rio Corbones, Carmona (fotos abaixo) é uma cidade que se destaca por sua monumentalidade e pelos vestígios das diferentes culturas que a povoaram ao longo de sua vasta história.
Igrejas, palácios e muralhas fazem parte do importante patrimônio artístico que alberga seu centro histórico, dominado pela imponente imagem da fortaleza de origem árabe, o Alcácer do Rei Dom Pedro. Sua situação, a poucos quilômetros de Sevilha, permite aproveitar o ingente patrimônio monumental e artístico, além das inúmeras possibilidades de lazer oferecidas pela capital sevilhana. Além disso, Carmona permite desfrutar de uma culinária onde estão presentes as mais deliciosas receitas das tradições sevilhana e andaluza.
Santa Cruz (fotos abaixo) é um dos bairros mais especiais e autênticos de lá. É o segundo maior bairro judeu, ou juderia em espanhol, da Península Ibérica, depois de Toledo. O bairro acolheu a comunidade judaica em fuga após a reconquista católica da cidade pelo Rei Fernando III de Castela. Depois do Decreto de Alhambra em 1492, que estabelecia a conversão dos judeus ou a expulsão da Espanha, o bairro entrou em declínio até o século XVIII, quando começou o processo de revitalização.
O nome do bairro remete à antiga Igreja de Santa Cruz construída sobre as ruínas de uma ainda mais antiga sinagoga. Durante o domínio napoleônico (1811), a igreja foi demolida mas o pavimento original foi salvo e hoje corresponde à Plaza de Santa Cruz. O bairro de Santa Cruz, localizado no centro da cidade, perto da Catedral, é um labirinto de antigas ruelas projetadas para criarem correntes de ar fresco e sombra.
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